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riscos_e_rabiscos

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* Riscos que uma pessoa corre..."

Anda uma pessoa a controlar a boca, a fazer uma almentação saudável e a perder uns quilitos.

 

Só que aqui a gaja esqueceu-se que isto reflete-se na roupa e perante o cenário de frescote e chuva, foi buscar uma roupinha mais invernil. Mas a Pepper é uma cabeça de vento, e esqueceu-se deste pequeno pormenor.

 

Passou as aulas todas a puxar as calças para cima com medo que elas se mandassem para o chão e depois ser alvo de chacota dos miúdos. Já no fim das aulas, quando os putos tinham quase todos saído, eis que se enrola toda nas calças - que são largas - pisa a bainha de uma perna e só não se estraçalhou toda no chão porque se agarrou a uma mesa com unhas e dentes!!!!

 

Fiquei a imaginar-me sem dentes e com uma perna e um braço às costas. É que a queda ia ser feia, oh se ia! 

Queda.jpg

 

Ai que feliz... e uns euros mais leve!

Não resisti. Os euros estão muuuuito curtos mas eu não posso andar nua e nem sempre com a mesma roupa. E já as tinha visto no folheto. Uni o útil ao agradável e fui ver se ainda restava alguma para mim. Idealizei uma roxa. Era uma questão de ver se havia o meu número. Uma vantagem - ou desvantagem, quiçá - nesta loja é que a roupa vem em poucas quantidades, por isso não vamos na rua e vemos toda a gente igual a nós. E a relação qualidade-preço é muito boa. Não trouxe só a roxa... uma azul escura fartou-se de me pedir para a trazer "ah e tal, eu porto-me bem..." e eu fiz-lhe a vontade. Já perceberam que estou a falar do supermercado onde "a qualidade é barata e nos dão dinheiro para as despesas de saúde"... :P E eu não ligo mesmo nadinha a marcas. Mas mesmo nada!

 

Ora vejam lá as minhas aquisições... São giras ou não? {#emotions_dlg.sarcastic}

 

 

 

É Praga... Só Pode!!!

 

É praga e das boas, daquelas rogadas por alunos! Estava eu toda convencida que ia dar um corte ao cabelo hoje quando acordo ao som da chuva e vento. Ainda tive esperança que fosse só vento e assim ainda ponderava se iria ao corte ou não. Daqui a pouco o cabelo chega-me aos joelhos pois já está a meio das costas... E se ele se enrolar nas pernas e der um trambolhão, ainda parto os dentes!

 

E isto tem-me feito lembrar de uma prima minha que tinha um cabelo loiro, lindíssimo, que usava entrançado e enrolado em forma de caracol preso à cabeça. Dizia ela que não cortava o cabelo havia anos, que sempre que se preparava para ir o cortar, acontecia uma tragédia: uma vez aconteceu uma morte, outra um acidente e outra ainda uma doença de gente chegada a si. E assim foi deixando crescer o cabelo, com receio de que ao ir cortar o cabelo, mais alguma fatalidade se lhe atravessasse no caminho.

 

Um dia, para nos mostrar o tamanho do seu cabelo, desfez a trança que revelou a sua beleza e esplendor. Aquele loiro sempre foi um tom invulgar, que eu nunca vi nenhum parecido. E o tamanho era algo espantoso: parecia uma cascata que lhe descia pela cabeça até quase aos joelhos. Fazia lembrar os cabelos de uma princesa de tempos longínquos de vido à sua invulgaridade.

Mas um dia o corte de cabelo chegou e o tempo tem passado e eu nunca mais a vi.

 

O dia hoje passou intercalado de períodos de chuva, vento e sol, o que contribuiu para o azamboamento da minha cabeça e para a dose extra de excitação dos miúdos. Saí da escola já de noite - não gosto nada - e com aquela chuvinha de molha parvos. É claro que eu não fiquei molhada porque não sou parva (cof!cof!cof!)...

Apanhei o meu autocarro de sempre, que hoje teve a visista da Dona Inokes, e quando cheguei ao terminal, tinha à minha espera umas rajadas de vento fortes acompanhadas de pancadas de chuva bem jeitosas. Escusado será dizer que apanhei uma molha das valentes, pois nem o chapéu de chuva nem o imperme+avel me salvaram. Sei dizer que cheguei a casa a pingar: calças molhadas, rabo de cavalo a pingar, e impermeável impregnado de chuva. Até a minha roupa interior não conseguiu escapar à chuva!

 

Um Friozinho...

 

Sou uma pessoa que detesta vestir quilos de roupa. Não sou muito friorenta, acho que é uma questão de genes pois a minha mãe é como eu. E não me venham cá com as teorias das camadas adiposas e blá, blá, blá, porque quando eu era “magra” também não era friorenta.

 

Até vos digo mais – e agora arrepiem-se -, nos Invernos menos frios costumo apenas vestir uma camisola e um casaco. E não, não uso casacos felpudos nem camisolas com 10 centímetros de grossura.

 

Ainda não tinha sentido frio na rua até ontem. Tenho a leve sensação que só desde ontem é que o Inverno invadiu o meu “microcosmos”. De manhã e de tarde até que a coisa foi. Uns cafezinhos para aquecer o corpo e a alma, uns gritinhos intimidatórios aos putos serviram para manter uma temperatura corporal agradável.

 

O pior foi mesmo quando sai do colégio. Após uma dúzia de passos, comecei a debater-me contra o frio. Chego à paragem do bus – sim, sou gaja utilizadora de transportes públicos – e sento-me para ver se me consigo esconder do friozinho. Nada feito! O gajo apoderou-se de mim de tal maneira, que me enregelou os ossos, a musculatura e as camadas adiposas até não me poder mover.

Quando o meu bus chegou, já eu tinha criado estalactites e estalagmites no nariz e pestanas e tinha as sobrancelhas cheias de flocos de neve.

 

Frio sim mas tanto também não. E gelo? Só em forma de neve… mas fixe, fixe era no Natal, não?